15/01/2026
A ansiedade faz parte da vida. Em doses equilibradas, ela nos protege, nos prepara e nos mantém atentos. O problema surge quando ela deixa de ser pontual e passa a ocupar espaço demais — nos pensamentos, no corpo e nas emoções. Muitas pessoas convivem com a ansiedade sem perceber que já ultrapassaram o limite do que é saudável. Por isso, reconhecer os sinais é um passo importante para cuidar da saúde mental.
Abaixo, destaco três sinais comuns de que a ansiedade pode estar pedindo ajuda.
Você sente que a mente não desacelera? Está sempre antecipando problemas, imaginando cenários negativos ou revivendo situações que já passaram? Na ansiedade, os pensamentos costumam ser repetitivos, difíceis de controlar e quase sempre focados no “e se…”. Isso gera um estado constante de alerta, que cansa emocionalmente e dificulta o descanso mental.
A ansiedade não se manifesta apenas nos pensamentos. O corpo também fala — e muitas vezes grita. Alguns sinais comuns são:
tensão muscular;
aperto no peito;
falta de ar;
taquicardia;
dores de cabeça ou no estômago;
cansaço excessivo.
Quando esses sintomas aparecem sem uma causa médica aparente ou se tornam recorrentes, é importante olhar para o emocional com mais atenção.
Mesmo em momentos de descanso, você sente culpa, inquietação ou a sensação de que deveria estar fazendo algo produtivo? A ansiedade pode roubar a capacidade de estar no presente. O corpo até para, mas a mente continua em alerta. Com o tempo, isso impacta o sono, o humor, os relacionamentos e a qualidade de vida como um todo.
Buscar ajuda não é sinal de fraqueza — é um ato de autocuidado e responsabilidade consigo mesma(o).
A psicoterapia oferece um espaço seguro para compreender os gatilhos da ansiedade, aprender estratégias para lidar com os pensamentos e desenvolver uma relação mais saudável com as emoções.
Se você se identificou com esses sinais, saiba que não precisa enfrentar isso sozinha(o). É possível aprender a lidar com a ansiedade de forma mais leve, consciente e funcional.
💬 Se sentir que é o momento, a terapia pode ser um caminho de cuidado, acolhimento e transformação.